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Nova regra do Pix muda limites, bloqueia valores e afeta clientes da Caixa, Nubank e Itaú

Publicada em: 24/04/2026 11:30 -

Novas regras que alteram limites e permitem bloqueio de valores por 72 horas já estão em vigor em todo o país. - Foto: Imagem ilustrativa gerada pela IA/ND Mais

A nova regra do Pix já está em vigor em todo o Brasil e altera limites de transferência.

Além disso, as novas medidas permitem o bloqueio temporário de valores em operações consideradas suspeitas por instituições financeiras.

A medida foi implementada pelo Banco Central e afeta clientes de bancos como Nubank, Caixa e Itaú, com foco em ampliar a segurança e reduzir fraudes no sistema de pagamentos instantâneos.

Como funciona a nova regra do Pix

A nova regra do Pix introduz o chamado bloqueio cautelar, que permite aos bancos reter valores recebidos por até 72 horas quando há indícios de irregularidade.

Durante esse período, a instituição analisa a transação antes de decidir pela liberação ou devolução do dinheiro, criando uma barreira imediata contra golpes.

O que muda ao usar um novo celular

O uso do Pix em dispositivos não reconhecidos passou a ter limites mais restritivos. Quando o cliente acessa a conta em um novo aparelho, o sistema reduz automaticamente os valores permitidos para transferências.

Nesse caso, o limite passa a ser de até R$ 200 por operação, com teto diário de R$ 1.000, até que o dispositivo seja validado pelo banco.

Limites no período noturno

Outro ponto importante envolve o horário das transações. Entre 20h e 6h, permanece o limite padrão de R$ 1.000 para transferências realizadas por pessoas físicas.

A medida busca reduzir crimes como sequestros-relâmpago e fraudes praticadas fora do horário comercial.

Ajustes e recomendações para clientes

Os clientes ainda podem solicitar alterações nos limites, conforme as regras de cada instituição financeira.

A recomendação é manter os dados atualizados e validar rapidamente novos dispositivos para evitar bloqueios ou restrições inesperadas durante o uso do sistema.

As mudanças fazem parte de um conjunto de medidas do Banco Central para padronizar a segurança no uso do Pix em todo o país.

O objetivo é fortalecer a proteção contra crimes digitais, acompanhando o crescimento do sistema, que se consolidou como um dos principais meios de pagamento no Brasil.

 

Fonte: ND+

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